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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A velha sensação de ser a areia que escorre pela ampulheta



                   
O último dia do ano  já chegou.Ele sorri ou ameaça  você?

Quem sabe você anda  tomado pela velha sensação de ser a areia que escorre na ampulheta. O dia 31 de dezembro  chegou,o tempo   passou e  você  começa  a temer , mais  uma vez não conseguir  realizar mais do  que uma pequena parte  do que foi planejado  para  sua  vida  durante este ano vindouro. Nesta análise, você se pergunta: O que tem dado  errado? O  que eu não  estou vendo? O que posso fazer  para  mudar minhas autoprofecias?
A conversa de hoje é sobre isto . Como evitar que esta sensação de fracasso não aconteça novamente? Vamos conversar sobre como elaborar um planejamento eficiente e estabelecer objetivos realizáveis.
Muitas vezes, planejamos sem método e, além disso, listamos muitas coisas sem realmente nos darmos conta de que teremos apenas 1 ano para realizá-las. Este é o primeiro ponto sobre o qual iremos nos debruçar.
O Ano possui 12 meses e 54 semanas. Como me planejar para este período?
Um bom planejamento anual começa definindo os objetivos a serem alcançados. Uma boa prática é iniciar seu planejamento destacando quatro grandes objetivos para o próximo ano. Desta forma, você terá três meses para focar sua energia em um único objetivo de cada vez, tendo, desta forma, uma chance maior de realizá los. Agora, para tudo funcionar, é preciso detalhar melhor cada um dos objetivos, colocando-os em uma ordem de realização. Este é o pulo do gato.
Se você não se sentir confortável para fazer tudo sozinho, lembre-se de que é bem  comum. Procure ajuda profissional, quem sabe um psicólogo.
Finalizo meu ultimo post de 2012 com uma frase de Carlos Drummond de Andrade
''Gostaria de te desejar tantas coisas.
Mas nada seria suficiente.
Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes.
E que eles possam te mover a cada minuto, ao rumo da sua felicidade''.Feliz 2013 à todos!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Todas as doenças são causadas pelo nosso próprio pensamento e imaginação




Segundo estudos feito pela psicóloga americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós mesmos, nossos pensamentos e nossa imaginação. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga americana Louise L.Hay. A Cultura Racional do Terceiro Milênio, contida nos livros UNIVERSO EM DESENCANTO explicam que o simples ato de pensar e imaginar é capaz de desencadear processos que vão afetar algum órgão vital do organismo humano, surgindo daí as doenças. Também segundo a física quântica, nosso organismo é composto de células neuro-transmissoras e peptídeos, que fazem uma ponte entre os órgãos vitais e o que o cérebro está pensando. Sentimentos como raiva, angústia, medo, ansiedade podem afetar o organismo, atingindo um ou mais órgãos específicos.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.

A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena tentar evitá-las:


DOENÇAS / CAUSAS: AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente famíliar inflamado. Gritos, discussões..
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente
ENXAQUECA : Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro (a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente..
PULMÕES: Medo de absorver a vida..
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
Fácil de resolver, não?